Depois de reunir os familiares, os autodefensores e os profissionais em cada Apae do Estado, em seguida reuni-los em seus conselhos regionais, para depois tê-los novamente no grande Fórum Mineiro de Uberlândia, com o intuito de ampliar as discussões, as reflexões e os debates sobre a atual situação da pessoa com deficiência, ouvir dela e de sua família as suas necessidades e anseios: obtivemos a Carta de Uberlândia.
A carta, que foi elaborada pelos autodefensores, pelas famílias e pelos profissionais, reflete a opinião genuína desses atores.
Essas três visões, vindas das próprias pessoas com deficiência, de suas famílias e dos profissionais são extremamente significativas para o trabalho das Apaes. A pessoa com deficiência pôde expressar-se livre e espontaneamente. Os pais e os profissionais, que são os maiores influenciadores na vida da pessoa com deficiência, buscaram compreendê-la cada vez mais ampla e profundamente para realmente unirem as mãos – com ela e com a gestão das Apaes – para alcançarmos o acesso contínuo de inclusão, mas, principalmente podermos (colocando-nos na posição da própria pessoa com deficiência) ver a forma de tornar sua vida cada vez mais plena e com o exercício da cidadania, usufruindo de todos os direitos que lhe cabe.
E foi com esse propósito que a Federação realizou esse grande evento, para que os serviços das Apaes, cada vez mais, atinjam o nível almejado de atenção integral e integrada à pessoa com deficiência, podendo realizar serviços de excelência à ela a à sua família.
Clique aqui para ler a Carta de Uberlândia. |